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O que são e para que servem as centrais eletrônicas dos carros?

No decorrer dos anos, a maior eficiência na partida do veículo, bem como a preocupação com o excesso de gases poluentes emitidos, motivaram a criação da injeção eletrônica. Como parte desse sistema que revolucionou o mercado automotivo, as centrais eletrônicas têm papel fundamental em seu funcionamento.

centrais eletrônicas

Mesmo que você tenha um mecânico da sua confiança, saber como funcionam as diferentes peças e sistemas do seu carro é muito importante. Ter esse tipo de conhecimento pode fazer com que você conserve melhor o seu veículo, além de saber a origem de eventuais problemas que afetem o funcionamento do automóvel.

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Como funciona a ignição eletrônica?

Antes de falar sobre as centrais eletrônicas em si, é preciso entender como funciona o sistema de injeção eletrônica como um todo.

Mesmo antes da utilização dos sistemas de ignição eletrônica, a injeção eletrônica já havia começado a aparecer, ao menos em partes, nos veículos automotores. As centrais eletrônicas são seus principais componentes, funcionando como o cérebro do sistema. Elas são conhecidas como ECM (Engine Control Module) ou em português Módulo de Controle do Motor, e também como ECU (Eletronic Control Unit), ou Unidade de Controle Eletrônico.  

Além do ECM, o sistema de injeção é composto também por sensores atuadores. Para a injeção de combustível acontecer de maneira otimizada, estes sensores vão analisar diversos aspectos do funcionamento do motor do carro, como pressão, velocidade, temperatura e a mistura dos gases que estão presentes na combustão.

Essas informações específicas serão enviadas diretamente ao ECM, que vai utilizá-las para comandar de uma maneira mais eficaz o funcionamento dos atuadores, que são bomba de combustível, ventoinha de arrefecimento, válvula de purga do cânister, motor de passo, bicos injetores e bobina de faísca.

Quais são os componentes das centrais eletrônicas?

Agora que você já sabe como as centrais eletrônicas atuam dentro do sistema de injeção eletrônica, é hora de ver quais são as partes que as compõem. O ECM é uma placa composta por diferentes peças. Mas, entre capacitores, diodos e resistores, os elementos mais importantes são: as memórias ROM e RAM e o processador. Por isso, falaremos sobre as características de cada um deles.

Memória ROM

A memória ROM (Read Only Memory) tem como principal função gravar importantes dados sobre o motor que são programados enquanto no momento da sua fabricação. Essas informações vão orientar o funcionamento da injeção eletrônica, de acordo com as condições em que o motor do carro se encontra.

Memória RAM

Você já deve ter ouvido falar sobre a memória RAM (Random Access Memory) ao lidar com seu computador ou celular. Assim como nestes aparelhos eletrônicos, ela também tem como função armazenar informações. Mas, no caso do ECM, ela armazena as informações sobre o motor enquanto ele está em uso. Esses dados obtidos são comparados com os da memória ROM para, assim, otimizar o funcionamento do sistema de injeção eletrônica.

Processador

Também parte da composição de computadores e celulares, o processador tem função semelhante dentro das centrais eletrônicas. Ele executa todas as tarefas de gravação e também de leitura das memórias ROM e ROI rapidamente. Atualmente, os sistemas de injeção levam milésimos de segundo para fazer a interpretação dessas informações e transformá-las em comandos diretos para o motor.

Ficou com alguma dúvida sobre o funcionamento das centrais eletrônicas? Mande a sua pergunta nos comentários!

 

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