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Entenda as cores do semáforo

É praticamente uma linguagem universal e que, em todos os lugares do mundo, é entendível pelos motoristas: as cores do semáforo. Com elas, as pessoas adquirem o conhecimento e importância da sinalização de trânsito e o que cada cor significa.

Desde os tempos de escola, por exemplo, somos ensinados que devemos parar quando o sinal fica vermelho, prestar atenção no amarelo e seguir adiante no verde. Ou seja, com esse ideal fixo na nossa cabeça desde pequenos, é muito difícil para alguém hoje olhar para um semáforo e não saber o que as cores representam.

cores do semáforo

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Agora, vamos contar um pouco da história do farol e como surgiram as cores do semáforo até ao modelo que temos atualmente e que pode ser visto em vários lugares do mundo.

Como surgiu o semáforo?

cores do semáforo

Antes de apontar o que cada cor significa, é importante conhecer um pouco da história do semáforo e de como ele surgiu. O semáforo, como conhecemos atualmente, com três cores, luzes e afins, foi visto pela primeira em uma cidade dos Estados Unidos, Detroit. Essa “técnica” de iluminação e cores foi implementada pela policial de trânsito Willian Potts, pioneiro a desenvolver e aplicar um sistema automático para facilitar a mobilidade automotiva local.

Mas, antes dessa invenção e aplicação feita por Willian Potts, o semáforo com duas cores já era utilizado desde o início do século XIX em ferrovias, por conta dos trens. Já na segunda metade do século, os ingleses trouxeram esse sistema que funcionava exclusivamente em ferrovias para as ruas. Isso foi causado, principalmente, devido ao tráfego intenso de carruagens nas metrópoles urbanas. Esse fluxo altíssimo era controlado por oficiais de trânsito que, manualmente, erguiam lanternas verdes e vermelhas, com o intuito de seguir e parar, assim como funciona atualmente.

O que significam as cores do semáforo?

Após conhecer um pouco da história do semáforo, entender a motivação das cores é importante e uma curiosidade bacana para se levar para a vida. Quem vive diariamente no trânsito, já deve ter se perguntado o porquê dessas três cores serem as escolhidas. Vamos desmistificar o motivo nos tópicos abaixo.

Vermelho

Curiosamente, o vermelho é uma das cores, entre as três, mais antigas usadas como sinalização. Ele tem o apontamento de sinal de perigo há muito tempo, inclusive com registros do uso da cor por legiões romanas há mais de 2 mil anos. Ou seja, o vermelho é quase um pioneiro no que diz respeito às sinalizações.

O seu uso como sinal luminoso, para carros e carruagens, começou em meados de 1830 no sistema ferroviário inglês. E a cor já funcionava conforme é atualmente: o vermelho servia para indicar que os maquinistas deveriam parar. No entanto, as outras cores utilizadas, eram verdes e brancas, que significavam precaução e que poderia seguir.

Mas, devido a um trágico acidente, ocorrido em meados de 1914, quando a lente vermelha de um dos sinais caiu, e o maquinista, acreditando que era uma luz branca, seguiu e colidiu com outro trem, houve uma modificação. Desde então, as ferrovias aboliram o branco de uma vez por todas e iniciaram-se as cores que vemos hoje, nos semáforos espalhados pelas ruas do mundo todo.

Amarelo

Como informado brevemente no tópico anterior, o amarelo surgiu por conta da abolição da cor branca no semáforo. A cor amarela foi escolhida, pois é bem diferente das outras duas cores, verde e vermelho, e consegue passar uma sensação mais imediata a quem estiver guiando.

Com essa definição das três cores, ainda no século 19, o trânsito de cavalos e carruagens nas ruas de Londres começava a representar um perigo para os pedestres, portanto, o método de sinalização das ferrovias foi implementado, também, nas ruas pelo engenheiro ferroviário John Peake Knight. Como nessa época os sistemas não eram automáticos, havia um policial que manuseava por meio de placas e à noite, com sinais luminosos.

Mas, à noite, poderia ocorrer um problema – e de fato ocorreu. Dentro desse sistema luminoso que funcionava à noite, as lâmpadas eram alimentadas por gás e, certa vez, uma acabou explodindo e ferindo o policial que estava manuseado o semáforo. Por conta disso, o governo londrino decidiu suspender as cores do semáforo e só voltar a implementar essa ideia quando houvesse algo mais seguro e que fosse alimentado unicamente por eletricidade. Foi aí que surgiu a ideia em Detroit, conforme contado anteriormente, por Willian Potts

Verde

A escolha do verde para ser uma das cores do semáforo é simples: o verde é a cor complementar ao vermelho no círculo cromático, ou seja, a mais distante e a mais diferente. É a cor que irá provocar o maior contraste na visão das pessoas e, assim, chamará mais atenção para uma atitude. Se o vermelho é significa uma indicação de parar, o verde é a melhor indicação por representar exatamente o seu antônimo.

Os daltônicos sofrem com as cores do semáforo?

Quem tem a deficiência, pelo menos a maioria das pessoas, consegue diferenciar a verde-clara da vermelha-claro, o que é um impacto super positivo na diferenciação das cores do semáforo e ajuda muito os daltônicos. No entanto, para as pessoas que, realmente não conseguem, o padrão adotado pela maioria dos países permite que essas pessoas identifiquem os sinais pelas suas posições: vermelho no topo, amarelo no meio e verde embaixo.

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