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Dia Internacional da Mulher: inspiração e busca pela igualdade no mercado de trabalho

Oficializado em 1975 pela ONU (Organização das Nações Unidas), o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, remonta à luta das mulheres desde o início do século XX pela igualdade de gênero e promove debates importantes sobre o tema em diversos setores da sociedade, inclusive no trabalho.

dia internacional da mulher

Em um meio que ainda precisa avançar muito no quesito igualdade, como é o caso do mercado de trabalho, histórias de mulheres que constroem suas carreiras alcançando altos patamares, mesmo com diversos percalços pelo caminho, precisam ser compartilhadas. É o caso de Márcia Camacho, Diretora de Operações da Minuto Seguros, que vem construindo brilhantemente sua trajetória.

“O Dia Internacional da Mulher traz a oportunidade para as mulheres discutirem onde estão e onde querem chegar. É uma data em que se traz a reflexão de se estamos evoluindo ou não para uma sociedade mais justa”, opina Márcia.

Do RJ para a maior corretora online do Brasil

Natural do Rio de Janeiro, Márcia iniciou sua carreira no tradicional jornal O Globo, onde permaneceu por cinco anos. Formada em administração pela ENS (Escola Nacional de Seguros), ingressou no setor de seguros em 2002, no qual acumulou larga experiência até entrar para o time da Minuto em 2016, como Gerente de Pós-Vendas.

“A estrutura da Minuto me encantou de cara quando fiz a entrevista com o Marcelo (Blay, CEO da empresa). Voltei para o Rio sonhando com a vaga e, no dia seguinte, quando recebi a ligação, não acreditei. Depois de 20 dias cheguei de mala e cuia do Rio de Janeiro direto para a Minuto”, lembra Márcia.

A partir desse momento, Márcia liderou uma reestruturação de atividades com o apoio de supervisoras e líderes visando o aumento de produtividade da equipe. Já no segundo ano de empresa, ela assumiu a gestão da área de Fidelização, mais um desafio importante para que pouco tempo depois estivesse responsável também pelo departamento de Seguros Novos e as áreas de atendimento. Então, no ano seguinte, a profissional foi promovida à Diretora de Operações da Minuto.

“Foi um dos melhores dias da minha vida”, recorda a diretora.

Como uma mulher reconhecida pelo seu trabalho e competência dentro da empresa, Márcia diz ter orgulho de saber que a Minuto quer uma sociedade mais justa, ainda mais diante de um cenário no qual as mulheres enfrentam diversos preconceitos da sociedade, inclusive no mercado de trabalho.

“Nestes 5 anos de Minuto já vi inúmeras promoções de colaboradoras que começaram na base da empresa. Em nenhuma destas promoções foi levado em conta gênero, cor de pele, local onde mora, de onde vem, religião etc. As oportunidades para as mulheres são exatamente as mesmas que todos têm na empresa inteira. É o compromisso e esforço individual que contam”, relata Márcia.

Inspiração para outras mulheres

Márcia sabe também que sua posição de destaque é uma inspiração para muitas outras mulheres que almejam sucesso na carreira e brinca que sua filha é quem mais lhe fala isso. Com todas as dificuldades que o público feminino enfrenta no mercado de trabalho como um todo, ter alguém como ela para se espelhar é fundamental.

“Fico feliz de poder ser uma referência para quem está começando. O que digo às pessoas que estão começando agora é que somos do tamanho do nosso sonho. Quando entrei no ramo de seguros, 19 anos atrás, dizia que queria trabalhar na maior corretora de seguros de automóvel do país e cá estou. O foco vai te fazer chegar aonde quer”, conta.

Apesar de ter uma formação robusta, incluindo intercâmbio na Universidade de Cambridge, na Inglaterra e importantes cursos de gestão, Márcia não deixou de enfrentar percalços em outros momentos da carreira simplesmente pelo fato de ser mulher. A diretora relata que, antes de começar a trabalhar na Minuto, passou por saias justas, como cantadas indesejadas em entrevista de emprego, piadas sem graça e que ainda teve que conviver com pessoas que duvidavam de sua capacidade no início de sua trajetória profissional. No entanto, isso não a tirou do prumo.

“Nunca senti que ser mulher me tornasse menos qualificada para o meu trabalho. Infelizmente, vivemos em um mundo ainda muito machista, em que muitos ainda acreditam que o papel da mulher é ser dona de casa e cuidar dos filhos (e não há problema nenhum nisso se for uma escolha da mulher e não uma pressão da sociedade) e onde as mulheres recebem salários menores que os dos homens. Por isso, sempre as encorajo a lutarem pelos seus sonhos e aconselho a nunca duvidarem de sua capacidade”, diz Márcia.

Busca de igualdade no mercado de trabalho

Para a diretora, as mulheres ainda enfrentam muitas barreiras no mercado em diversos momentos, sendo questionadas se elas pretendem ter filhos, por exemplo, o que dificilmente seria direcionado para um homem. No entanto, ela acredita que muita coisa evoluiu no quesito, já que se fala muito mais no assunto hoje do que antigamente.

“Hoje vemos mais mulheres em cargos de liderança, recebendo melhor e em mais setores da economia. A nova geração que está entrando no mercado de trabalho agora já tem isso mais enraizado do que a minha, por exemplo. É claro que ainda temos um longo caminho pela frente, mas tenho certeza de que no futuro palavras como machismo e racismo estarão só nos livros de história”, opina.

Márcia acredita que para que essa evolução seja cada vez mais rápida, as empresas devem criar um ambiente colaborativo, desprovido de preconceitos, no qual a voz de todos possa ser ouvida, além de estimular a meritocracia avaliando talentos pela capacidade de desempenho, nunca por preferências pessoais. Por isso, salienta que promover esse debate e dar espaço para que todos se expressem, como acontece na Minuto, é fundamental.

“É muito especial e gratificante atuar na direção de uma empresa que estimula este tipo de debate e poder compartilhar opiniões sobre assuntos importantes”, finaliza Márcia.

Inclusão faz parte do DNA da Minuto

Desde que a Minuto Seguros foi criada, uma de suas principais bases é a inclusão. Na empresa, não há qualquer diferença entre as pessoas, por quaisquer que sejam os motivos, como diz o fundador e CEO da Minuto, Marcelo Blay.

“A cultura de inclusão está na espinha dorsal da Minuto. Não há qualquer distinção entre as pessoas, pois aqui baseamos nossas avaliações pela competência e comprometimento. As pessoas ganham cargos e promoções por merecimento. Damos as mesmas condições para todo mundo”, afirma Marcelo.

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