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Veja curiosidades sobre o cinto de segurança

 

cinto de segurançaSegurança em primeiro lugar! Essa é uma velha máxima que dá para ser usada em vários sentidos, especialmente no trânsito, onde a prudência deve ser prioritária. O uso do cinto de segurança, por exemplo, algo tão essencial atualmente, não era obrigatório há alguns anos.

Mesmo tendo a sua patente registrada em 1903, só passou a ser utilizado em 1958 no Corvette, da Chevrolet, mas com uma configuração de apenas dois pontos, tradicionalmente conhecido por “cinto abdominal”. O modelo que conhecemos atualmente, de três pontos, foi lançado no ano seguinte, desenvolvido pelo engenheiro da Volvo, Nils Bohlin.

Mas, sendo um item que salva muitas vidas, as pessoas ainda refutam a sua importância. Um dado relevante mostrou que quatro em cada dez pessoas não usam cinto no banco de trás. E a utilização nesses casos reduz o risco de morte em até 75%. Na frente, a diminuição é de 45%.

Brasil foi pioneiro

No que diz respeito à obrigatoriedade do uso de cinto de segurança, o Brasil foi o primeiro país a instituir essa lei, em 1968. No entanto, a lei foi revogada pouco tempo depois.

Só em 1980 a obrigatoriedade voltou à tona e não saiu mais desde então. Foi comprovado que, apesar de ser um item simples, o cinto ajuda a salvar vidas e diminuir a consequência de acidentes que poderiam ser gravíssimos.

O cinto foi usado primeiramente nos aviões

Antes de serem usados nos carros e se tornarem populares, os cintos foram usados por Benjamin Foulois em aeronaves com o intuito de tranquilizar os passageiros quando o avião estivesse passando por alguma turbulência.

Cinto por mediunidade

O médium Hunter Shelden foi um dos responsáveis para que os cintos de segurança passassem a serem considerados itens obrigatórios. Ele projetou um dispositivo retrátil que diminuía consideravelmente as lesões na cabeça em casos de batidas.

Além dessa contribuição, Hunter pensou em ideias de carrocerias mais reforçadas para os carros, com barras estabilizadoras, fechaduras e airbags, que tinham outros nomes antigamente, mas foram itens bem representativos para as indústrias automotivas.

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